Arquivo em Dezembro 2018

Contratos Públicos. Mais sobre a faturação eletrónica

Já saiu ! No meu anterior post sobre a Implementação da faturação eletrónica nos contratos públicos e aquando da publicação em Diário da República, fiquei a aguardar por mais informações.

Essa informação está disponível no dia de hoje pelo Decreto-Lei n.º 123/2018 foi visto e aprovado em Conselho de Ministros.

O presente decreto-lei produz efeitos a 1 de janeiro de 2019 sendo que estabelece prazos e critérios para a faturação eletrónica a contraentes públicos.

Recomendo obviamente uma leitura mais detalhada do artigo no entanto existem alguns pontos previsíveis que interessa salientar de forma sucinta:

A implementação da faturação eletrónica em Portugal assume-se como um programa de transformação digital, processual e funcional, assente na normalização, otimização e automatização (…)

Este é ponto da questão. Nos dias de hoje não faz sentido a materialização das faturas em papel, seja para o estado ou para os privados.

Tratando-se de um formato eletrónico desmaterializado, alarga-se a possibilidade de automatização de processos (…)

  • A partir de 18 de abril de 2019, a receber e a processar faturas eletrónicas;
  • O prazo referido no número anterior é alargado até 18 de abril de 2020 para os contraentes públicos;
  • O prazo referido no número anterior é alargado até 31 de dezembro de 2020 para as micro, pequenas e médias empresas;

Relativamente aos software de gestão os mesmos vão-se adaptar pelo que haverá muitas novidades durante o inicio do ano sobre este assunto nem que seja pela oportunidade de manter as aplicações atualizadas.

Obrigado por ler.

Preciso de um consultor de SEO ?

Enquanto consultor de sistemas de informação e gestão, nos dias de hoje a importância de uma presença sólida e efetiva na Internet é importantíssimo.

Não ter um website institucional é a mesma coisa do que não ter um telefone ou um email para contatar.
Se temos uma empresa e um negócio, queremos que este esteja com a maior visibilidade possível e a Internet é um meio que toda a gente usa.

Estive a analisar este meu blog numa das ferramentas que mais gosto de usar, o Google Analytics.
Esta é uma ferramenta de extrema utilidade para uma estratégia de SEO, aquela que devemos seguir para uma boa optimização dos nossos sites e blogs nos motores de busca.

Este meu Post foi então motivado pela analise de pesquisas que as pessoas fazem e aí chegam ao meu blog.
Pude verificar que muitos que aqui chegaram e obrigado para si que chegou ao blog desta forma e ainda por cima se deu ao trabalho de clicar, foi pela pesquisa no Google por consultor SEO.

Muito bom sinal ! É sinal que as pessoas, empresários e até gestores já se deram conta da importância de uma estratégia de SEO.

Nesta mesma pesquisa, verifiquei também que há muita promoção sobre este assunto que quanto a mim, é uma forma menos séria de se abordar este tema.
Como uma boa estratégia de marketing, o SEO ( Search Engine Optimizer ) tem de ter um plano e deve ser consistente. Deve defender uma ideia, mensagem e até posicionamento seja de um produto, marca ou serviço.

Não existem almoços grátis como alguém diz.

Nas redes sociais por exemplo, local onde somos bombardeados com publicidade sem o dizer que o é (vejamos o artigo 13), muito se promove os “likes” e seguidores fáceis.
Basta pagar a uma empresa guru para que isto aconteça o que não é de todo uma verdade.

“Um consultor SEO fará com que o website da sua empresa esteja mais visível nos motores de pesquisa.” – Já li eu por aí.

Permito-me dizer que um consultor ajudará na estratégia de SEO utilizando algumas ferramentas (já falei numa delas para monitorizar), orientando os conteúdos e até registando e fazendo algum trabalho nas redes sociais mas como em tudo, não há uma varinha mágica para o ranking de um website nos motores de busca.

Nem mesmo a pagar publicidade por exemplo no Google é uma garantia de um bom posicionamento nos motores de busca.
Em tempos e num dos meus percursos profissionais, o diretor de negócio irritava-se porque tinha pago Google Ads e quando pesquisava no motor de busca, o site não estava em primeiro.

Mais uma vez tudo isto faz parte de uma estratégia de imagem, marketing e fundamentalmente de conteúdo.

O conteúdo é a chave principal do SEO.

Nos últimos tempos, muito se fala em Marketing de conteúdo mas este não pode ser feito por quem não conhece o negócio ou a área onde estamos a trabalhar.
O Google por exemplo, tem um “apetite” por conteúdo novo e original, é um voraz no que diz respeito ao que de novo se fala sobre um determinado assunto pelo que na minha opinião, um consultor de SEO pode ajudar mas não resolve todas as questões.

Vejamos por exemplo o assunto Software de Gestão (área que tenho como sabe) um especial carinho 😊
Como um tal consultor de SEO ou uma empresa de promoção de websites vai criar conteúdo sobre este assunto se não o conhece ?

O conteúdo é de dentro para fora.
As empresas; os gestores; os negócios tem de gerar conteúdo interessante mas que seja lido e seja cativador.

Federação Portuguesa de Futebol

Tem de motivar a leitura e o consumo de conteúdo das pessoas.
A Internet são pessoas e as empresas também – frase eleita por mim para este ano de 2019.

Obrigado por ler.

Software de Gestão totalmente na Cloud e por subscrição

Deixo algumas impressões e considerações de alguns software de gestão online, sem necessária instalação ou até em muitos casos, muita configuração.

Este tipo de produtos está normalmente suportado diretamente pela Software House sendo que são estes a dar suporte e a promover as soluções.

Nas vantagens destaca-se a facilidade de implementação que é de alguma forma autónoma e simples sendo que a mais relevante reconheço, é o custo que normalmente é baixo e pode ser até através de uma mensalidade.
No caso do Jasmin é até gratuito no primeiro ano.

Vou analisar de uma forma muito sucinta três soluções:
Moloni
Jasmin
PHC Drive FX

O Moloni já cá anda à uns tempos e foi talvez um dos primeiros que ouvi falar e até implementei em clientes mais pequenos.
Faz todo o trabalho básico para a gestão de um pequeno negócio, tem um valor relativamente baixo por ano para um utilizador que pretende fazer umas faturas.

O software Moloni é claro em dizer onde estão os serviços na “cloud”. Neste caso estão no Datacenter da Oni e até tem um vídeo e tudo sobre este assunto reconhecendo-se assim a importância que esta questão tem para quem quer saber onde estão os seus dados.

Nota: A minha opinião sobre o que é software na cloud está aqui😊

Neste mês de Dezembro a Moloni, anunciou uma APP sendo que desta forma a aplicação funciona diretamente no telemóvel sem estar dependente do browser situação que acho interessante e que está à frente dos restantes.

O drive fx é uma das soluções da PHC e é um software de gestão na Cloud que permite registar compras facilmente; faturar com rapidez; gerir os stocks e ainda simplificar os movimentos de tesouraria, de acordo com o descritivo de funcionalidades globais da solução.

O PHC Drive FX é um software de gestão totalmente a funcionar online, via browser (não é necessário instalar nada localmente) e que torna a administração de empresas um pouco mais simples.

As funcionalidades do Drive FX ao detalhe podem ser encontradas aqui.

Pode ainda experimentar o Drive FX de forma gratuita. Bastando clicar neste link

O drive fx store é uma loja com os Add-Ons que são possíveis de subscrever para esta software e assim “verticalizar” mais a solução.

Sendo que a PHC está a cada vez mais dar uma importância a estes Add-Ons e a convidar parceiros a colaborar o que na minha opinião é positivo e sendo no entanto (também a minha opinião) em detrimento do CS Desktop (a solução ERP da PHC).

Entre muitos destaco alguns:
• Sincronize automaticamente os contactos de clientes e/ou fornecedores para o E-goi;
• Faça a gestão de bilheteiras e também pode efetuar venda de bilhetes;
• Gestão de Associações – Precisa do módulo de agenda;
• Ponto de Venda (POS) – “numa feira ou noutro lugar qualquer onde queira vender os seus produtos, ganhe a mobilidade que precisa para ‘abrir as portas’ do seu negócio onde quiser”.

Para quem começa com um negócio agora e tem um volume previsível de faturação inferior a 30 000 Euros no primeiro ano, o Jasmin da Primavera diz que “Os primeiros 30.000€ de faturação ficam por nossa conta (limite de 1 ano)”.

Comprovadamente isto é verdade e funciona !
O software é totalmente utilizado online via browser, tem muito bom aspeto e é bastante intuitivo. A cópia entre documentos existe sendo também uma vantagem em transoformar uma guia de consignação por exemplo numa fatura sem ter de reintroduzir todas as linhas de novo.

Não tem a rastreabilidade de um PHC mas serve o propósito.

Além de faturar, ter conceitos de famílias e artigos e até emitir guias a comunicação (como os outros todos) e a impressão para o cliente final por email é bastante prática no entanto com alguma publicidade de quem recebe.

Em todos os casos e soluções é possível fazer um teste de 30 dias ou mais em que é possível experimentar o seu funcionamento.

Também é claro que as preocupações com o rpgd (Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados) não existem com estas aplicações sendo que todas estão preparadas para cumprir as regras de esquecimento, exportação de dados e alteração destes a pedido.

Não pretendo deixar uma conclusão óbvia de qual é o melhor sendo que tenho as minhas preferências atendendo ao facto de em termos funcionais, o FX é o que mais se aproxima do Gestão PHC CS.

Obrigado por ler.

Implementação da faturação eletrónica nos contratos público

Comunicado do Conselho de Ministros de 20 de dezembro de 2018

Ponto 13: Foi aprovado o decreto-lei que define o modelo de governação para a implementação da faturação eletrónica nos contratos públicos.

A implementação da faturação eletrónica em Portugal assume-se como um programa de transformação digital, processual e funcional assente na normalização, otimização e automatização processual do ciclo da despesa e do ciclo da receita, promovendo a agilização e desmaterialização do relacionamento existente entre as entidades públicas, e destas com os agentes económicos privados. Reduz-se os prazos de pagamento, os custos de operação e de transação e garante-se maior fiabilidade e transparência em todas as atividades do processo.

Fonte: Comunicado do Conselho de Ministros

Neste momento as software house estão a aguardar a publicação em Diário da República, de modo a analisar se as alterações efetuadas na ultimas versões de software, sustentadas pelo Decreto-Lei n.º 111-B/2017, de 31 de agosto de 2018, correspondem ao que é esperado na lei.

Aquando da publicação em Diário da República, aguardo por mais informações.

Entretanto, com alguma pesquisa sobre o assunto já se pode verificar que alguns players estão a insistir no assunto mesmo sem a regulamentação aguardada:

Fonte da Imagem e direitos: PHC Software

  • Fatura Eletrónica na Administração Pública – Em Portugal, a partir de 1 de Janeiro de 2019, todas as empresas fornecedoras de bens e serviços à Administração Pública, serão obrigadas a adotar a fatura eletrónica, de acordo com as normas europeias definidas para o processamento de faturas (Decreto de lei nº111-B/2017).
  • Faturação Eletrónica na Administração Pública – A nova diretiva entra em vigor dia 1 de janeiro de 2018, mas não é aplicável às faturas eletrónicas emitidas como resultado da execução de contratos declarados secretos ou que devam ser acompanhados de medidas especiais de segurança.
  • Fatura eletrónica disponível nas soluções PRIMAVERA : Se é fornecedor do Estado e gere o seu negócio com as soluções PRIMAVERA, temos disponíveis as ferramentas de que necessita para cumprir a legislação. Aliás, esse é sempre o nosso compromisso – auxiliar as empresas no cumprimento simples, atempado e contínuo das suas obrigações fiscais.

O PHC a funcionar em AZURE as a DB Service

Nos dias de hoje a necessidade de existir uma infra estrutura própria de servidores é cada vez mais dispendiosa de manter, menos segura e com custos iniciais elevados.

As soluções de Software as a Service (SaaS) conjugado com a flexibilidade de crescer ou diminuir os recursos disponíveis, são vantagens de estar (verdadeiramente) na Cloud.

Existem serviços em Portugal disponibilizados em data centers que sendo eficazes, seguros e até com custos relativamente baixos, não são na minha opinião soluções na cloud.

Serviços de disponibilização de bases de dados, máquinas virtuais, DNS, IIS e web apps são hoje realidades possíveis com segmentação e optimização de recursos.

Vamos a exemplos concretos:

Um serviço de base de dados disponibilizado por um provider de serviços em cloud (AWS da Amazon; AZURE da Microsoft etc.) tem a capacidade de optimizar o seu funcionamento. Uma base de dados SQL em AZURE só consome dinheiro quando está a ser acedida. Se o meu PHC (ou outro qualquer serviço que precise de uma base de dados) não funciona durante a noite, porque deverei estar a pagar por isso ?!

Fonte da imagem: Sysfore Blog

Esta é uma das possibilidades e vantagens (se assim for configurado o serviço) que subscrever uma base de dados SQL em AZURE tem.

Num data center nacional por exemplo, compramos uma máquina virtual com um SQL lá dentro. Pagamos uma mensalidade ou anuidade do licenciamento quer usemos quer esteja parado. Os valores já são relativamente competitivos e suportaveis mas quando estamos a falar de soluções que precisam de base de dados à séria um SQL Standart ou Enterprise, já fica bem mais caro.

O PHC já tem a possibilidade (à muito aguardado por mim) de nas versões Advanced ou Enterprise, trabalhar com uma base de dados as a Service em AZURE.

Já testei e embora um dos problemas ainda ser as latências já que os servidores mais perto de Portugal (e com mais baixos níveis de latência) estão em Londres, o comportamento da aplicação mostrou-se bastante satisfatório e executável.

O tráfego é encriptado, é mais seguro do que estar numa rede local e a disponibilidade é enorme.

Na prática e para concluir, para ter um software de gestão não precisa de investir dinheiro em servidores e infra-estrutura. A Cloud é e cada vez mais será uma excelente opção.

 

Obrigado por ler !

Dispensa de Emissão de Faturas – Faturação Eletrónica

Muito tem-se falado que a partir de 2019 as faturas em papel vão acabar e que logo no inicio de 2019 será obrigatório as empresas emitirem as suas faturas B2B ou ao consumidor final somente por via electrónica.

Não é verdade ! 

Mais uma vez a desinformação é muita.

Relativamente à dispensa de emissão em papel o Governo apenas informa de que irá “regulamentar a possibilidade de dispensa da impressão de faturas” até ao segundo trimestre de 2019 (prazo indicativo).

Esta informação está bem clara no sitio do Simplex nas medidas. Pesquise por fatura na caixa de procura.

Outra informação que esclarece bem esta questão é a entrevista que a Secretária de Estado Adjunta e da Modernização Administrativa, Graça Fonseca, deu à RTP.

A medida pode permitir “uma poupança relevante” às empresas, ao cortar os custos do papel.

Segundo as estimativas de Graça Fonseca, a partir dos cerca de seis biliões de transacções registadas no e-Fatura em 2017, a poupança para as empresas pode rondar os seis milhões de euros. “Há aqui também uma dimensão de simplificação da vida das pessoas e das empresas”.

Assim sendo, as faturas em papel não vão acabar e o governo irá regulamentar sobre este assunto até ao segundo trimestre de 2019.

Relativamente ao software de gestão, os que sejam possível fazer a comunicação em tempo real dos documentos de faturação emitidos à autoridade tributária, podem substituir o papel através do envio por email por exemplo, caso o cliente concorde sendo sempre possível a este ultimo solicitar o mesmo documento impresso de forma tradicional.

Curiosidade ao dia de hoje é que (pelo menos) aos utilizadores e clientes da aplicação dos hipermercados continente, já podem somente receber as faturas de compras exclusivamente por email, medida que pessoalmente considero positiva.

Recebi pela primeira vez a minha fatura de compra do supermercado ontem e vem assinada digitalmente por Recibos online

“Recibos Online é o novo produto dos CTT para acabar com as faturas em papel. Tudo para facilitar a vida dos retalhistas e consumidores.” – Informação deste portal que ainda está em análise de funcionalidades.

Obrigado por ler !

PHC Software anuncia aos parceiros V9 do XML : Faturação eletrónica

“Saiba o que deve fazer para preparar os seus clientes para esta nova obrigatoriedade, que entra em vigor já no primeiro dia de 2019.

Não deixe passar esta oportunidade.”

Fonte: PHC Software

Fonte da Imagem: PHC Software

PHC Software anunciou hoje que irá a partir da versão 24 do PHC CS, disponibilizar no módulo de Documentos Eletrónicos a V9 do XML Padrão, que passa a suportar a configuração de extensões a partir de outras tabelas (em qualquer gama), incluindo tabelas de utilizador na gama Enterprise.

Esta característica é essencial para produzir um formato de fatura eletrónica que cumpra a orientação da nova norma de Faturação Eletrónica, informa a software house para a sua rede de parceiros.

Desta forma a solução PHC permitirá ao Parceiro personalizar o XML com base nos diferentes modelos de dados e realidades de cada cliente.

Para além disso, com alguma configuração extra, poderá responder à especificidade de cada contrato público ou imposição de cada organismo da Administração pública, salienta em complemento a oportunidade de negócio e informação para os seus parceiros.

O facebook está em declínio ?

O facebook está em declínio ?

Talvez!

O facebook já não é o que era, mudou, está diferente ou o seu algoritmo tem um comportamento diferente?

Considero o meu perfil como um daqueles normais com likes em publicações dos amigos, comentários de reação, partilha de conteúdos etc, etc.

Tenho mais de oitocentos “amigos” e acredito que alguns deles considerem o meu perfil como um daqueles de amigos restritos mas o facto é que o número dos que me seguem ou veem as publicações são estes.

Faço a gestão de algumas páginas no facebook.

As páginas que estou a gerir tem uma componente comercial e professional. Representam marcas e empresas e tem um trabalho SEO (falarei em breve sobre o que é isto) que considero interessante nomeadamente dos seus websites e nas contas de instagram.

Ultimamente verifico que os posts, videos, fotografias e até (bastante) conteúdo, não tem likes.

Tem uma grande interactividade, visualizações e até partilhas mas likes… nop! Não tem!

Isto tem-me despertado uma enorme curiosidade sobre a utilização do facebook. Sobre a validade e presença de páginas comerciais nesta rede.

Sigo a rádio comercial por exemplo.

facebook-declinio-radio-comercial.png

A Rádio Comercial tem mais de dois milhões de seguidores e fans e em últimas publicações que até apelam à participação mas os likes destas mesmas publicações, não são superiores a duzentos…

Duzentos likes numa publicação de uma página de Facebook de uma rádio lider de audiências em Portugal ?!

Humm…

More to come shortely

Obrigado por ler !

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